Papo de Mãe
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PERDI A GUARDA DO MEU FILHO – Relato

pmadmin Publicado em 26/10/2013, às 00h00 - Atualizado em 06/10/2014, às 13h51

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26 de outubro de 2013


Pessoal, recebemos mais um relato de uma mãe que perdeu a guarda da filha. Trata-se de um tema bem delicado, principalmente para quem está de fora  fazer qualquer julgamento…Cláudia, muito obrigada por compartilhar sua história conosco. Desejamos do fundo do coração que sua família encontre a paz, pois as crianças não merecem este tipo de sofrimento!—“Gostaria de deixar meu relato da minha atual situação referente ao tema da perda da guarda dos filhos. Há exatos 2 anos estou na justiça tentando reaver a guarda da minha filha, que foi dada provisoriamente ao pai de forma arbitrária creio eu.
O pai saiu de casa para trabalhar e de lá a buscou na creche, na época com 3 anos de idade, e não voltaram mais. Ele foi até a justiça anteriormente em segredo, sem eu saber de nada, e pediu “separação de corpos com cautelar de guarda de menor”, que quando lhe foi concedida, agiu imediatamente.Não consegui ver minha filha por 23 dias seguidos porque havia um documento atestando que eu era “sujeito de alta periculosidade”, o que ele alegou no processo, e que eu não tinha condições de ter a filha comigo porque eu tinha problemas emocionais e de cunho psicológico, o que nunca foi provado por parte dele. Eu, inclusive, fui a um psiquiatra, e tenho documentos que comprovam a não veracidade das alegações do mesmo.Depois de não conseguir nenhum advogado na cidade e ter que contratar os serviços de um da capital, consegui, após 1 ano, ter a visita da minha pequena nas noites de quarta-feira e um final de semana a cada 15 dias. Porém, ele e a família dele fazem da minha vida um inferno, inclusive falando mal de mim para a  menina.A justiça aqui é morosa demais e o processo não anda. Estou há 2 anos aguardando uma decisão judicial para solução do caso. Estou sofrendo muito e minha filha, que hoje tem 5 anos e já está entendo as coisas, sofre junto, tadinha!O Juiz alega que é preciso fazer o estudo psicossocial do caso, mas ao mesmo tempo, não determina nem nomeia peritos a fim da realização do mesmo. Se pudesse, gostaria de ter ajuda no meu caso, pois já não sei mais como agir aqui. É uma história longa e de inúmeros detalhes que não citei aqui, mas estou à disposição para relatar os fatos. Aguardo um retorno  e parabenizo pelo programa de excelente qualidade! Abraços, Cláudia”




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