Papo de Mãe
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MUDANÇA DE ESCOLA: Relato de telespectadora

pmadmin Publicado em 12/07/2011, às 00h00 - Atualizado em 19/09/2014, às 19h45

12 de julho de 2011


“Tenho 2 filhos e atualmente moramos no RJ, mas meus filhos nasceram em Natal/RN. Quando o meu menor estava com 4 anos fui morar na vila militar, pois a casa era bem mais confortável que o apartamento onde morávamos. Porém, como a distância do novo endereço em relação ao colégio era grande, colocamos as crianças em um colégio que nos indicaram. Entretanto, a experiência não deu certo e voltamos para o anterior.As crianças ficavam bastante cansadas pela distância e meu marido ficava num stress enorme, pois ele os levava no horário de seu almoço. Depois, para o conforto de todos, tentamos outro colégio próximo de casa e que foi legal por dois anos. Mas aí veio minha transferência e lá fomos nós para o RJ. Chegando aqui, procuramos o melhor colégio no bairro que iríamos nos instalar (bairro humilde). Gostamos muito do colégio, mas foi só por um ano, pois ao final das provas nos informaram que o colégio iria encerrar suas atividades. Lá fomos nós a procura de outra indicação… O colégio indicado ficava em outro bairro e era feita uma avaliação para crianças novatas. Minha filha passou, porém meu filho não. Então ela foi para uma escola e ele ficou em outra. Porém, não gostei da qualidade do material didático utilizado por este colégio, então, no ano passado, ele foi para o mesmo colégio da irmã. UFA!!!! Se é até difícil de contar, imagino de se entender… Consequências: perda constante de amigos; dificuldade de adaptação, para eles (e para mim) às normas dos colégios; descobri que os colégios não seguem um padrão de matérias dadas em cada disciplina e ano letivo. Ou seja, eles repetiram matérias, de um colégio para outro e, por outro lado, deixaram de ver uma ou outra. Acredito que os colégios deveriam seguir um padrão em todas as disciplinas obrigatórias, isto é, a mesma matéria para a série correspondente. No caso da minha filha, que é mais tímida, este problema só piora. Mas no caso do meu filho, digo a ele que ele tem a oportunidade de ter uma grande quantidade de colegas e em vários locais do Brasil. Mas não é sempre que este argumento dá certo. No colégio, os adolescentes criam vínculos desde a infância, eu sei, mas sempre estou estimulando-os a não acreditarem nas “panelinhas”, como eles dizem, mas a mostrarem o que eles têm de bom. O menino se coloca melhor, por se menos tímido, mas a menina me dá bastante trabalho. Ela tem muito poucas amigas, isso quando as tem. A situação é difícil, mas com carinho e conversa vamos contornando o que dá. Esta é a colaboração que tenho a dar e espero ter elucidado o assunto a contento. Um abraço, “mamãe”, do RJ.” (identidade preservada a pedido da telespectadora)


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